terça-feira, 20 de junho de 2017

A Diferença está na na Oração


Cinco recém graduados estudantes de teologia visitavam Londres, emocionados com a oportunidade de ouvir algum destacado pregador antes da sua ordenação para o ministério. O forte sol de verão os castigava enquanto aguardavam que as portas do taberná­culo de Spurgeon fossem abertas, a mesma igreja do mais famoso pregador daquele tempo. Um estran­geiro se apro­ximou deles e lhes disse: Enquanto vocês estão esperando, não gostariam de ver o sistema de aquecimento da igreja?

Ver o sistema de aquecimento em um dia abrasador de julho era a última coisa que eles tinham em mente, mas con­sentiram. Fo­ram conduzidos alguns degraus abaixo para uma porta no subsolo. O guia abriu a porta e sussurrou em tom baixo : Este é o sistema de aquecimento de nossa igreja.

Os jovens pastores viram diante deles 700 pessoas ajoelhadas em oração suplicando as bênçãos de Deus para a reu­nião evange­lística que seria conduzida no salão superior. O guia desco­nhecido se apresentou como o próprio Charles Spurgeon.

O ministério de Spurgeon foi poderoso por causa da oração.

Spurgeon disse certa vez: Quando Deus deseja fazer uma grande obra, ELE primeiro coloca seu povo para orar.

Max Lucado disse: Quando nós trabalhamos, apenas trabalhamos. Mas quando nós oramos Deus trabalha!.

Oração faz toda a diferença na obra de Deus, há muitos exemplos que demonstram este principio, e aqui estão al­guns:

Pedro - Pregando a nova mensagem do evangelho em Jerusalém.
Resultado: 3.000 almas foram convertidas em um dia.
O segredo: Os Discípulos tinham orado por 10 dias.

John Maxwell disse: hoje nós oramos por 10 minutos, prega­mos por 10 dias e apenas 3 se convertem.

Willian Carey: Considerado o Pai das Missões Modernas, pregou na Índia a partir de 1792.
Resultado : Por 42 Anos ele pregou e viajou. Ele traduziu partes da Bíblia para 25 dialetos indianos. No final da vida havia tra­duzido a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo.
O segredo: Willian Carey tinha uma irmã aleijada que era sua companheira de oração. Ele a escrevia semanalmente com seus pedidos de oração. Ela orava todos os dias por ele.

Charles Finney: O grande avivalista, pregou em Rochester e New York na década de 1850.
Resultado: 10% de toda a cidade se converteu (1.000 pessoas em um só lugar, em um ano). Em Boston, 50 mil fize­ram a deci­são de se dedicarem a Deus em apenas uma semana. 85 de cada 100 que se convertiam sob a pregação de Finney permaneciam fiéis a Deus. Uma estimativa diz que ele foi responsável por meio milhão de conversões du­rante sua vida.
Segredo: Ele tinha um companheiro de oração, Abel Clarey, que viajava com ele, e dedi­cava tempo integral a orar pelo ministé­rio de Finney. Ele nunca partia e enquanto Finney pregava, ele continuava prostrado em oração. Finney admitiu posteriormente que sua prega­ção teria sido ineficaz sem Abel Clarey e outros companheiros de oração .

Dwight L .Moody: O grande evangelista pregou nos Estados Unidos e na Inglaterra na década de 1870.
Resultado: Um total de 900 mil preciosas almas ganhas para Cristo é o calculo da colheita que Deus fez por inter­médio de seu humilde servo.
Segredo: Maryann Adelard leu um recorte sobre o ministério de Moody e começou a inter­ceder por ele regular­mente, alem de mobilizar outros a se unirem a ela. Moody costumava colocar 490 estudantes do seminário de Northfield para reuniões de oração e jejum em fa­vor suas cruzadas evangelísticas.

Billy Graham: O evangelista do século XX, pregou a cerca de 200 milhões de pessoas desde o inicio de seu ministério e em quase 200 nações.
Resultado : Extensas cruzadas e milhares aceitaram a Cristo.
Segredo : O principal critério de analise na escolha desta ou aquela cidade para organizar uma cruzada era a propor­ção de gru­pos de oração do povo da cidade em seu favor.

Ruth Goodge orou por um quarto de século pelas campanhas de Billy Graham, organizando grupos de oração nas cidades onde Graham conduziria suas cruzadas.

“Sucedeu que os amalequitas vieram atacar os israelitas em Refidim. Então Moisés disse a Josué: "Escolha alguns dos nossos homens e lute contra os amalequitas. Amanhã tomarei posição no alto da colina, com a vara de Deus em minhas mãos". Josué foi então lutar contra os amalequitas, conforme Moisés tinha ordenado. Moisés, Arão e Hur, porém, subiram ao alto da colina. Enquanto Moisés mantinha as mãos erguidas, os israelitas venciam; quando, porém, as abaixava, os amalequitas venciam. Quando as mãos de Moisés já estavam cansadas, eles pegaram uma pedra e a colocaram debaixo dele, para que nela se assentasse. Arão e Hur mantinham erguidas as mãos de Moisés, um de cada lado, de modo que as mãos permaneceram firmes até o pôr-do-sol. E Josué derrotou o exército amalequita ao fio da espada.” Êxodo 17:8-13

Quem venceu os amalequitas? Onde estava o foco real da batalha? Quem era o principal guerreiro? Pense nos seguintes aspectos:
     a) O inimigo nos derrota a partir de nosso ponto mais fraco (Vs. 8).
     b) O êxito está em unir o esforço humano com o poder com o poder divino (Vs. 9 e 10).
     c) A vitória está nas mãos dos intercessores (Vs. 11 e 12).


O registro de um historiador secular falaria da grandiosa vitória de Josué. Mas a Bíblia fala com outro olhar... Josué só batalhou, só venceu porque Moisés orou!


Sem Moisés haveria vitória? Josué recebe o crédito da vitória. Para impressionar Israel sobre a importância da oração intercessora, Deus permitiu que se alternasse o êxito e o fracasso. A Vitória estava na Intercessão! 



Sermão ministrado pelo Rev. Marcel RMSS
Culto Carismático 14/06/2017 na Paróquia Betesda (Olinda) 

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